(dr.mácula.) 08 Vamp
Sempre me lembro do meu tomar leite quente quando criança e o meu aguardar por esse momento, como uma enfermeira à preparar instrumentos cirúrgicos, como se eu estivesse vulnerável. Meus músculos reflexos seguem meus olhos instinto diante à uma presa. Eu não posso fazer isso...temos que passar sobre pontes! Pense bem Louise era casada com o Dave. Ela realmente é uma codependente...eu nunca rasguei suas meias...parece que ninguém deseja te salvar meu bem! E a partir de agora nós estamos divorciados. Como uma experiência para além de humana o amarramos como uma aranha preso pelas pernas e braços por correntes preso à nossas motocicletas na idealização de um trabalho em equipe. O vampiro pré-literário de meados do século 18 era quase um zumbi, um ser repugnante que dificilmente seria convidado para um jantar ou roda social: unhas compridas, barba malfeita, boca e olho esquerdo abertos, rosto vermelho e inchado, envolto em sua mortalha. Quando Bram Stoker começou a estruturar seu romance Drácula, pouco mais de cem anos depois, a imagem do vampiro já havia mudado de pobre campônio de aparência tosca e hálito do além-túmulo para um aristocrata sedutor, cujos traços repugnantes eram pouco perceptíveis à primeira vista, e francamente aceitável em sociedade. Em sua notável ascensão social, o vampiro percorreu um longo caminho, no decorrer do qual pegou carona com ilustres figuras literárias dos séculos 18 e 19. Cataratas místicas é um lugar diferente agora. Está quieto há anos, mas tem gente que ainda se lembram. E você estando aqui, está apenas indo para agitar as coisas. Não é minha intenção. Então o que é? Por que você voltou? Depois de todo esse tempo, por que agora? Eu não tenho tempo para me explicar. Eu sei que você não pode mudar o que você é. Mas você não...não pertence mais aqui. Onde eu pertenço? Eu não posso te dizer o que fazer. Mas voltando aqui foi um erro. * você quer saber * * saiba disso não me machuca * * ah, ah, ah * * você quer ouvir sobre o acordo que estou fazendo * * e se eu pudesse * *faça um acordo com deus* * e pegue-o para trocar nossos lugares * * correndo por aquela estrada * *estou correndo colina acima* * estar correndo aquele prédio * * colina, colina * * se eu pudesse * * esteja correndo colina acima * * colina * A batalha de riacho salgueiro aconteceu bem em o fim da guerra Em nosso próprio trajeto às cachoeiras místicas. Quantas vítimas resultou nesta batalha? Sra.…? Hum...muito? O cometa do século por sua aproximação da terra anunciando o dia das bruxas se aproximando. O pensar à médio prazo. Os precursores poéticos...Foram os românticos alemães que abriram as portas e convidaram o vampiro a entrar na literatura poética. O poema de Heinrich August Ossenfelder, “O vampiro”,10 de 1748, é considerado o primeiro texto literário a abordar o tema. Ossenfelder prepara o caminho para os textos que tratarão o vampiro como “o outro”, isto é, como personificação das religiões não cristãs. O poema é narrado pelo próprio vampiro, que descreve para Christiane, jovem que segue os preceitos cristãos de sua mãe, como vai penetrar no quarto dela à noite e os prazeres que vai lhe proporcionar. Ossenfelder trouxe para a ficção o vampiro descrito pela tradição folclórica centro-europeia, acrescentando-lhe um aspecto sensual que o transformou numa ameaça aos valores cristãos. Eu não tenho certeza. Tipo, muito. O fofo vira burro num instante, Sra...Você gostaria de levar esta oportunidade. Para superar seu embutido estereótipo de atleta

Nenhum comentário:
Postar um comentário