sexta-feira, 27 de setembro de 2024

(dr.mácula.) 08 Vamp


 

 

(dr.mácula.) 08 Vamp

 

Sempre me lembro do meu tomar leite quente quando criança e o meu aguardar por esse momento, como uma enfermeira à preparar instrumentos cirúrgicos, como se eu estivesse vulnerável. Meus músculos reflexos seguem meus olhos instinto diante à uma presa. Eu não posso fazer isso...temos que passar sobre pontes! Pense bem Louise era casada com o Dave. Ela realmente é uma codependente...eu nunca rasguei suas meias...parece que ninguém deseja te salvar meu bem! E a partir de agora nós estamos divorciados. Como uma experiência para além de humana o amarramos como uma aranha preso pelas pernas e braços por correntes preso à nossas motocicletas na idealização de um trabalho em equipe. O  vampiro  pré-literário  de  meados  do  século  18  era  quase  um zumbi,  um  ser  repugnante  que  dificilmente  seria  convidado  para um  jantar  ou  roda  social:  unhas  compridas,  barba  malfeita,  boca e  olho  esquerdo  abertos,  rosto  vermelho  e  inchado,  envolto  em sua  mortalha.   Quando  Bram  Stoker  começou  a  estruturar  seu romance  Drácula,  pouco  mais  de  cem  anos  depois,  a  imagem  do vampiro    havia  mudado  de  pobre  campônio  de  aparência  tosca e  hálito  do  além-túmulo  para  um  aristocrata  sedutor,  cujos traços  repugnantes  eram  pouco  perceptíveis  à  primeira  vista,  e francamente  aceitável  em  sociedade.  Em  sua  notável  ascensão social,  o  vampiro  percorreu  um  longo  caminho,  no  decorrer  do qual  pegou  carona  com  ilustres  figuras  literárias  dos  séculos  18  e  19. Cataratas místicas é um lugar diferente agora. Está quieto há anos, mas tem gente que ainda se lembram. E você estando aqui, está apenas indo para agitar as coisas. Não é minha intenção. Então o que é? Por que você voltou? Depois de todo esse tempo, por que agora? Eu não tenho tempo para me explicar. Eu sei que você não pode mudar o que você é. Mas você não...não pertence mais aqui. Onde eu pertenço? Eu não posso te dizer o que fazer. Mas voltando aqui foi um erro. * você quer saber * * saiba disso não me machuca * * ah, ah, ah * * você quer ouvir sobre o acordo que estou fazendo * * e se eu pudesse * *faça um acordo com deus* * e pegue-o para trocar nossos lugares * * correndo por aquela estrada * *estou correndo colina acima* * estar correndo aquele prédio * * colina, colina * * se eu pudesse * * esteja correndo colina acima * * colina * A batalha de riacho salgueiro aconteceu bem em o fim da guerra Em nosso próprio trajeto às cachoeiras místicas. Quantas vítimas resultou nesta batalha? Sra.…? Hum...muito? O cometa do século por sua aproximação da terra anunciando o dia das bruxas se aproximando. O pensar à médio prazo. Os  precursores  poéticos...Foram  os  românticos  alemães  que  abriram  as  portas  e convidaram  o  vampiro  a  entrar  na  literatura  poética. O  poema  de  Heinrich  August  Ossenfelder,  “O  vampiro”,10  de 1748,  é  considerado  o  primeiro  texto  literário  a  abordar  o  tema. Ossenfelder prepara  o  caminho  para  os  textos  que  tratarão  o vampiro  como  “o  outro”,  isto  é,  como  personificação  das  religiões não  cristãs.  O  poema  é  narrado  pelo  próprio  vampiro,  que descreve  para  Christiane,  jovem  que  segue  os  preceitos  cristãos de  sua  mãe,  como  vai  penetrar  no  quarto  dela  à  noite  e  os prazeres  que  vai  lhe  proporcionar.  Ossenfelder  trouxe  para  a ficção  o  vampiro  descrito  pela  tradição  folclórica  centro-europeia,  acrescentando-lhe  um  aspecto  sensual  que  o transformou  numa  ameaça  aos  valores  cristãos. Eu não tenho certeza. Tipo, muito. O fofo vira burro num instante, Sra...Você gostaria de levar esta oportunidade. Para superar seu embutido estereótipo de atleta

Nenhum comentário:

Postar um comentário

ѢРЬГЛЪ < SIMARGL > 13

  cuidado com os falsos profetas...que vêm a vocês em roupa de cordeiro...mas por baixo são lobos famintos...o manifesto a greve do ventre t...