Ao que tudo
indica, a palavra vampiro
se originou no
idioma sérvio, com
variantes em outros países
da região: upír
(Bielorrússia, República Tcheca, Eslováquia), upirbi
ou upýr (Ucrânia),
upior (Polônia), lampir (Bósnia e
Montenegro), vepir (Bulgária). Enquanto
estritos à sua área de
origem, esses termos
eram empregados por
camponeses e aldeões. No
entanto , já em 1693,
tanto a palavra
vampiro quanto suas variações
estavam presentes nas
línguas da Europa Ocidental por
causa das notícias
que chegavam da
Sérvia, então parte do
Império Austro-Húngaro, referentes
a verdadeiros surtos de
vampirismo. Tais ocorrências atingiram
o auge nas
primeiras décadas do século
18. Em 1725,
duas mortandades foram
atribuídas a supostos vampiros
sérvios: Peter Plogojowitz
(em sérvio, Petar Blagojević), na
vila de Kisilova,
provavelmente a atual
Kisiljevo, junto ao Danúbio
e perto da
fronteira com a
Romênia; e Arnold Paole
(Arnont Paule, no
original em alemão),
na vila de
Medvegia ou Medveđa , às
margens do rio
Morava, zerca de 130 quilômetros
a sul de
Belgrado.2 O caso
Paole ressurgiria em
1731, com um novo
surto de “vítimas
de vampirismo”. A
população local, aterrorizada, exigiu
a interferência do
governo austríaco, que se
viu obrigado a
enviar uma comissão
de médicos e militares
para investigar o
caso. O fato é
que os médicos acabaram confirmando
a condição vampírica
de vários corpos exumados. Aparentemente, o
desconhecimento acerca dos processos
de decomposição cadavérica
fazia com que características normais
fossem interpretadas como sinais
claros de vampirismo. Uau. Que falta
de tato. Desculpe. É a neblina, Isso está me fazendo enevoado. E então lá
atrás, havia esse pássaro, E foi tudo muito...Hitchcock por um segundo. Esse é
o filme do pássaro, certo, o Hitchcock? Os
cadáveres dos supostos
vampiros foram decapitados e
queimados, e suas
cinzas foram lançadas
no rio Morava. O
relatório apresentado pela
comissão ao imperador, em
1732, chamou a
atenção da imprensa
e o assunto
virou sensação por toda
a Europa. Foram os
relatórios oficiais e
médicos como esse
que levaram à introdução
da palavra vampir
no latim, no
inglês, no francês
e no alemão. Eu sou... Eu sou... Eu
sei. Nós temos história junto. E inglês e francês. Pense algo bom sobre sua
primeira viagem?...a sensação de se jogar ao abismo em dunas de areia na praia!
Sentir poder voar como um herói de quadrinhos com seu uniforme...algumas
cidades muito legais e beijos velozes que te escapam ao status do ser amante! Talvez
eu sinta isso quando levo ao bolso meu cantil destilado e o seu pulsar dentro ao
meu corpo à me embriagar. É justamente o que está se passando por minha cabeça.
Estamos querendo parar e animados...com o cheiro de bebida impregnado ao couro.
Estamos indo atrás de alguma festa rota eterna e destino. Continuamos inventando
modos e justificativas para nos matar uns aos outros...enquanto nutrimos à
vaidade de ser o representante deste poder. Certo. Oh. Obrigado. Belo anel. Ah,
hum, É um anel de família, sim. Estou meio preso a isso. É estranho, não é? Não,
não. É só que, Quero dizer, existem anéis e depois tem isso. Você se machucou? Hum?
Você se machucou? Ah, uh, Não sei. Ah! Olha isso. Isso não é bonito. Você está
bem? Você deveria ir. Cuide disso. Sério, não é nada. Perdi o controle hoje. Tudo...Eu
mantive enterrado dentro de mim. Veio correndo para a superfície. Eu
simplesmente não sou capaz para resistir a ela. Obrigado. Ei. Trabalhando. Obrigado

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